Começou com uma cadela que não era para sobreviver
A trajetória do Instituto AdoteDog, contada por quem a viveu.
Como tudo começou

Marina Inserra, fundadora e presidente
Tudo começou com a Petit Gateau, uma cadelinha que resgatei em condições terríveis. Ela estava tão debilitada que os veterinários não deram esperanças, mas eu não desisti. Foram meses de tratamento, noites em claro e muito amor. A recuperação dela foi um milagre que mudou a minha vida para sempre.
Depois da Petit, comecei a resgatar outros animais. No início, era apenas eu, meu carro e a vontade de fazer a diferença. Aos poucos, a demanda foi crescendo. As pessoas começaram a me procurar para pedir ajuda, e eu não conseguia dizer não. Minha casa virou um abrigo temporário, e logo percebi que precisava de um espaço maior e de uma estrutura adequada.
Foi assim que nasceu o sonho do Instituto AdoteDog. Vendi o que tinha, contei com a ajuda de amigos e familiares, e alugamos nossa primeira chácara. Hoje, olhando para trás, vejo que cada lágrima, cada noite sem dormir e cada desafio valeram a pena. O AdoteDog não é apenas um abrigo; é um lugar de recomeços.
Lidamos com a dor, o abandono e a crueldade humana todos os dias. Mas quando vejo um cãozinho que chegou aqui quebrado, física e emocionalmente, ir embora com uma família que o ama, sinto que minha missão está sendo cumprida.
O que nos orienta
Missão
Resgatar, reabilitar e encontrar lares responsáveis para cães em situação de abandono e maus-tratos, promovendo o bem-estar animal e a conscientização da sociedade.
Visão
Ser referência nacional em resgate e reabilitação animal, inspirando uma cultura de respeito e amor aos animais, onde o abandono não seja mais uma realidade.
Valores
Amor incondicional, transparência, ética, responsabilidade, dedicação e respeito à vida em todas as suas formas.
Onde eles esperam
Um cão resgatado não vive em uma jaula até ser adotado. A estrutura abaixo é o que torna possível receber seis novos animais por semana sem expor os que já estão aqui.
- Chácara com 5.000 m² de área verde
- 26 chalés, individuais e coletivos
- 9 quartos na casa principal, para casos especiais
- 8 áreas de quarentena isoladas entre si
- Day care de 400 m² para socialização
- Farmácia veterinária completa
- Cozinha industrial para o preparo da alimentação
- Lavanderia equipada
- Horta orgânica
O que o Instituto movimenta
Levantamento da própria equipe sobre a rotina atual do abrigo.
- cães atendidos desde o início
- +6.000
- animais acolhidos
- 260
- colaboradores fixos
- 12
- voluntários frequentes
- 10
- questionários de adoção por semana
- 80
- adoções de adultos por semana
- 8
- adoções de filhotes por semana
- 14
- resgates por semana
- 6
- resgates de fêmeas prenhas ou com filhotes
- 12
Doze pessoas fixas e dez voluntários
O Instituto não funciona por mutirão. Há uma folha de pagamento todo mês — e é parte do que a sua doação sustenta.
Equipe fixa
12 colaboradores, presentes todos os dias
- Marina Inserra — fundadora e presidente
- 2 médicos veterinários
- 4 tratadores e cuidadores
- 2 auxiliares de limpeza
- 1 responsável administrativo
- 1 responsável por adoções
- 1 motorista e logística
Voluntários frequentes
10 pessoas na rede de apoio
- Socialização e passeios
- Fotografia para campanhas
- Apoio em eventos e feiras
- Triagem de questionários de adoção
- Transporte solidário
Conheça o Instituto em cinco minutos
Uma visita guiada pela chácara, pelos chalés e pela rotina de quem cuida.
