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Instituto AdoteDog
Nossa história

Começou com uma cadela que não era para sobreviver

A trajetória do Instituto AdoteDog, contada por quem a viveu.

Como tudo começou

Marina Inserra sentada na grama da chácara, abraçando dois cães resgatados
Marina na chácara, com dois dos cães acolhidos pelo Instituto.Foto: Eduardo Knapp/Folhapress

Marina Inserra, fundadora e presidente

Tudo começou com a Petit Gateau, uma cadelinha que resgatei em condições terríveis. Ela estava tão debilitada que os veterinários não deram esperanças, mas eu não desisti. Foram meses de tratamento, noites em claro e muito amor. A recuperação dela foi um milagre que mudou a minha vida para sempre.

Depois da Petit, comecei a resgatar outros animais. No início, era apenas eu, meu carro e a vontade de fazer a diferença. Aos poucos, a demanda foi crescendo. As pessoas começaram a me procurar para pedir ajuda, e eu não conseguia dizer não. Minha casa virou um abrigo temporário, e logo percebi que precisava de um espaço maior e de uma estrutura adequada.

Foi assim que nasceu o sonho do Instituto AdoteDog. Vendi o que tinha, contei com a ajuda de amigos e familiares, e alugamos nossa primeira chácara. Hoje, olhando para trás, vejo que cada lágrima, cada noite sem dormir e cada desafio valeram a pena. O AdoteDog não é apenas um abrigo; é um lugar de recomeços.

Lidamos com a dor, o abandono e a crueldade humana todos os dias. Mas quando vejo um cãozinho que chegou aqui quebrado, física e emocionalmente, ir embora com uma família que o ama, sinto que minha missão está sendo cumprida.

Marina Inserra, fundadora e presidente

O que nos orienta

Missão

Resgatar, reabilitar e encontrar lares responsáveis para cães em situação de abandono e maus-tratos, promovendo o bem-estar animal e a conscientização da sociedade.

Visão

Ser referência nacional em resgate e reabilitação animal, inspirando uma cultura de respeito e amor aos animais, onde o abandono não seja mais uma realidade.

Valores

Amor incondicional, transparência, ética, responsabilidade, dedicação e respeito à vida em todas as suas formas.

A chácara

Onde eles esperam

Um cão resgatado não vive em uma jaula até ser adotado. A estrutura abaixo é o que torna possível receber seis novos animais por semana sem expor os que já estão aqui.

  • Chácara com 5.000 m² de área verde
  • 26 chalés, individuais e coletivos
  • 9 quartos na casa principal, para casos especiais
  • 8 áreas de quarentena isoladas entre si
  • Day care de 400 m² para socialização
  • Farmácia veterinária completa
  • Cozinha industrial para o preparo da alimentação
  • Lavanderia equipada
  • Horta orgânica
A operação em números

O que o Instituto movimenta

Levantamento da própria equipe sobre a rotina atual do abrigo.

cães atendidos desde o início
+6.000
animais acolhidos
260
colaboradores fixos
12
voluntários frequentes
10
questionários de adoção por semana
80
adoções de adultos por semana
8
adoções de filhotes por semana
14
resgates por semana
6
resgates de fêmeas prenhas ou com filhotes
12
Quem faz acontecer

Doze pessoas fixas e dez voluntários

O Instituto não funciona por mutirão. Há uma folha de pagamento todo mês — e é parte do que a sua doação sustenta.

Equipe fixa

12 colaboradores, presentes todos os dias

  • Marina Inserra — fundadora e presidente
  • 2 médicos veterinários
  • 4 tratadores e cuidadores
  • 2 auxiliares de limpeza
  • 1 responsável administrativo
  • 1 responsável por adoções
  • 1 motorista e logística

Voluntários frequentes

10 pessoas na rede de apoio

  • Socialização e passeios
  • Fotografia para campanhas
  • Apoio em eventos e feiras
  • Triagem de questionários de adoção
  • Transporte solidário

Conheça o Instituto em cinco minutos

Uma visita guiada pela chácara, pelos chalés e pela rotina de quem cuida.